24/05/2007

"Hedgehog in the Fog" de Yuri Norstein

...para desenjoar de músicas aleatórias e de teorias budistas (olá Rini ;) voltei à MONSTRA (Teatro Maria Matos, até Domingo). Desta vez de público. Deparei-me com esta e outras OBRAS deste senhor russo. O divino é simples. E por isso improvável.

4 comentários:

Rini disse...

Como sabes, caro Fernando, sou grande admirador da cultura Russa em geral e também da animação Russa. Este festival MONSTRA é uma pérola a não perder! Infelizmente só consegui ver a retrospectiva de Fyodor Khytruk e algumas "Pedras Semipreciosas" (à venda no festival em 4 DVD's). As obras principais de Yuri Norstein (entre as quais o fabuloso "Tale of Tales") tenho quase todas gravadas em vídeo, porque felizmente ainda temos um programa na RTP 2 chamado "Onda Curta" no domingo à noite (ou DE noite às vezes...).
Pena, não consegui ver a tua actuação nem a matinée do António Pedro e Ana Araújo.

pedroludgero disse...

Gostei imenso da tua contribuição sonora para o espectáculo do Teatro Meridional sobre Trás-os-Montes. Perfeita adequação.

xistosa disse...

Sou "surdo" para a música!
Talvez me possam dar um desconto.
Nasci no Porto há mais de 60 anos e tinha 5 quando fui viver para Castelo Branco. (Foi até aos 15 anos).
Queria aprendaer guitarra ou viola.
Mas morava na Rua da acordeonista Eugénia Lima.
Os meus pais queriam-me a aprender uma coisa que detestava.
Só tive duas lições, desisti ... e fiquei "marcado"!
Um bom fim de semana!!!

Rini Luyks disse...

Pois, caro Xistosa, isto é triste, ser obrigado a aprender tocar um instrumento contra a própria vontade. Mas não desanima, há sempre surpresas no futuro!
Eu comecei a tocar piano (um bocadinho, até às Fugas de Bach, mais ou menos) aos 10 anos, ao mesmo tempo o meu irmão queria aprender a tocar acordeão. Ele desistiu, o acordeão foi parar no sótão dum tio. Quase vinte anos depois eu peguei nele (no acordeão) e gostei!
Isto ("quase vinte anos depois") foi há vinte e cinco anos e entretanto já gastei uns sete acordeões como músico na rua e noutros sítios improváveis...

Um abraço