14/01/2009

Ópera do Tejo



Ao pesquisar imagens sobre as ruínas do Teatro Real do Paço da Ribeira, mais conhecido como Ópera do Tejo, descobri aqui que já existe uma versão 3D disponível no second life. Inaugurado em Abril de 1755 e construído  com todos os luxos e tecnologia disponíveis, deve ter sido um teatro maravilhoso e que nem chegou a fazer história.
Estas são algumas imagens que se podem encontrar em operadotejo.org  
E parece que em breve irá estar incluido no projecto THEATRON





O que eu acho estranho é termos de ir ao secondlife para visitar o espaço virtualmente. Será que dentro em breve apenas iremos a teatros e museus virtuais?




5 comentários:

mdsol disse...

Virtualidades da tecnologia e ... das políticas culturais!

:))

materials disse...

Some of the content is very worthy of my drawing, I like your information!
costume jewelry

Luís Miguel Sequeira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luís Miguel Sequeira disse...

Agradeço o seu simpático artigo! Tem havido expansão do projecto, com um novo site para mostrar algumas imagens (e pequenos filmes) já não apenas da Ópera do Tejo, mas do seu enquadramento urbanístico, na zona a oeste do antigo Terreiro do Paço — tão diferente que era esta Lisboa barroca da que conhecemos hoje!

E é de facto já muito frequente e comum a utilização do Second Life para aquilo que é conhecido por arqueologia virtual — uma forma de preservar (ou relembrar) património histórico que já não se pode visitar de outra forma que não... virtualmente. Mais do que uma imagem, mais do que um vídeo, o Second Life permite recriar a experiência de "estar num espaço", em conjunto com muitas outras pessoas — que melhor forma temos assim de viver (e conviver) com algo que já desapareceu?

É verdade que ainda não foram representadas no Second Life nenhuma das óperas que na altura foram apresentadas no espaço da Ópera do Tejo, que teve apenas 5 meses de existência física... mas o blog acima referido faz justamente parte de um projecto (aguardando financiamento) para que se consiga recriar uma substancial área da Lisboa barroca, não apenas na sua arquitectura, mas na sua vivência — e sim, tal como já hoje existem companhias de bailado orientadas por coreógrafas portuguesas a efectuar representações de bailado no Second Life (já nem falando dos incontáveis artistas que dão os seus espectáculos ao vivo), espera-se conseguir voltar a representar, ao fim de 250 anos, pelo menos uma das óperas, que foi na altura especialmente composta para a Ópera do Tejo e já não existe fisicamente nenhum espaço suficientemente grande para a sua representação... pelo que se irá recorrer ao virtual.

Haja esperança que alguns distintos membros do juri que avalia este tipo de projectos tenha a clarividência e a vontade de ajudar a preservar o nosso património e herança cultural e que classifique positivamente este projecto :)

Anónimo disse...

Mas que raio de fachada principal vem a ser essa?
O teatro pode ter sido luxuriante e luxuoso por dentro, mas não gosto do que vejo nessas imagens.