14/03/2008

Rothko - "Red Abstract" (1944)


Caro sócio Fernando, sei que este gesto pode ter consequências imprevisiveis, mas quero desafiar-te a fazer um post. Ficou prometido no almoço anacrúsico em Janeiro e a tua única comunicação no blogue até agora foi um comentário-pedido ao sócio Rui para trazer da América do Sul uma prenda tipo apito de pássaro (mesmo assim um pedido bem mais modesto do que a tua inesquecível Amazon-wish-list no post de 21 de Dezembro 2006).
É que ultimamente estou a alternar posts de algum interesse cultural (julgo) com posts do tipo "faits divers" que, mesmo que tenham alguma relevância, não me satisfazem plenamente (nessa categoria por exemplo comentários sobre palavrões proferidas por um presidente francês, sobre merda canina misturada com beatas, sobre a Ministra Sinistra Milú...).
Acho que a nossa triade devia fecundar-se mutuamente, mais do que está a acontecer agora (não sei se isto é bom português: triade...mutuamente!?)
Um homem com a tua cultura geral deve transbordar de ideias para partilhar na blogosfera. Só um senão, por favor: queria propor um moratório em relação aos quadros de Mark Rothko; são demasiado profundos para mortais comuns como eu (ver imagem).
Para não ficares chateado, caro Fernando, ouvir agora a música da banda sonora de "Kill Bill" no post de 13 de Fevereiro: " 'cause I'm just a soul whose intentions are good....oh Lord, please don't let me be misunderstood".

1 comentário:

Zololkis disse...
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