07/04/2007
Atahualpa Yupanqui cantado por Mercedes Sosa
"Guitarra Dimelo Tú"
de Atahualpa Yupanqui
Si yo le pregunto al mundo
el mundo me ha de engañar (bis)
Cada cual cree que no cambia
y que cambian los demas
Estribillo:
Y paso las madrugadas
buscando un rayo de luz
porque la noche es tan larga
guitarra dimelo tú.
Se vuelve cruda mentira
lo que fue tierna verdad (bis)
y hasta la tierra fecunda
se convierte en arenal.
estribillo
Los hombres son dioses muertos
de un templo ya derrumbado (bis)
ni sus sueños se salvaron
sólo una sombra que va.
estribillo
Visitante nº 10.000

Na última meia hora de ontem, Sexta Feira Santa 2007, este blogue recebeu o visitante nº 10.000 e tudo indica que foi o próprio "blog administrator" Rui que ligou às 23.32 ou 23.33 horas (TV-Cabo-Lisboa)!? Isto não seria uma grande surpresa, pois até agora é ele que tem fornecido mais conteúdos ao blogue.
Dos "verdadeiros" visitantes houve uma ligação de Arruda dos Vinhos às 23.38 h, de Évora às 23.46 h e de Leiria às 1.12 h, já de hoje. Este último merece destaque, pois deixou um comentário (com perfil) ao post sobre o cartaz do Gato Fedorento. Digamos então que o "grande vencedor do concurso nº 10.000" foi o Zé Lérias de Marinha Grande, guarda-nocturno, idade 79 anos. Ele escolheu como lema "About me": "Não sou tão bom como me dizem, nem tão mau como me pensam". Certíssimo!
Até já tive o prazer de disputar um (início de) jogo de xadrez com ele, aqui no blogue. Seja sempre bem-vindo, caro Zé!
05/04/2007
Mais Imigração!

Passei hoje no Marquês e deparei-me com este cartaz em resposta ao do PNR. Ainda não tinha lido o "Público", pois é notícia de primeira página.
É dar demasiada importância a um partido que não tem nenhuma e ainda oferecer-lhe mais publicidade.
03/04/2007
02/04/2007
01/04/2007
Nº 100

O colega Rui convidou-me para escrever o Post nº 100 deste blogue e tal como no Post nº 50 (do dia 7 de Fevereiro) não consigo evitar um assunto escatológico.
É que na minha terra, a Holanda, a frase "Ik moet naar nummer 100" ("Tenho que ir ao nº 100") quer dizer: "Tenho que ir à casa de banho". Generalizou-se a utilização da abreviatura inglesa "W.C." (water closet), mas cada língua tem vários nomes em calão para este espaço na nossa casa. Na "Wikipédia", versão em holandês, contei uns 25, como por exemplo: "plee", "gemak", "privaat", "kakdoos", "schijthuis" (na minha província esta última palavra também é usada para caracterizar uma pessoa medricas ou piegas), na versão em português o assunto não é abordado, não sei porquê.
É que na minha terra, a Holanda, a frase "Ik moet naar nummer 100" ("Tenho que ir ao nº 100") quer dizer: "Tenho que ir à casa de banho". Generalizou-se a utilização da abreviatura inglesa "W.C." (water closet), mas cada língua tem vários nomes em calão para este espaço na nossa casa. Na "Wikipédia", versão em holandês, contei uns 25, como por exemplo: "plee", "gemak", "privaat", "kakdoos", "schijthuis" (na minha província esta última palavra também é usada para caracterizar uma pessoa medricas ou piegas), na versão em português o assunto não é abordado, não sei porquê.
Parece que a ideia para a casa de banho moderna nasceu em Inglaterra. Em 1596, depois de uma mal sucedida carreira como poeta, John Harington, um cortesão da Rainha Isabel I da Inglaterra, fez os primeiros esboços para uma sanita, no século 18 o canalizador George Jennings aperfeiçoou os mecanismos e em 1775 um certo Alexander Cumming pediu patente para um tipo de autoclismo.
31/03/2007
29/03/2007
Curta viagem assobiada entre apeadeiros
Para que nenhum anónimo possa dizer: "um blogue de músicos sem música dos mesmos???".
Peguei na flauta e na máquina fotográfica e improvisei uns segundos. Baixinho pois o rebento mais novo dormia.
A qualidade é má mas a intenção não.
...
Peguei na flauta e na máquina fotográfica e improvisei uns segundos. Baixinho pois o rebento mais novo dormia.
A qualidade é má mas a intenção não.
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28/03/2007
E assim se passou mais um Dia do Teatro
1ª- São Luiz à tarde; liam-se desejos gravados em vídeo e havia beberete. O momento alto foi o discurso ridículo do Vereador da Cultura, José Amaral Lopes, com toda a gente a lembrar-se da história do Brasil quando estava no IA, o que deu direito a risota colectiva e silenciosa. Valeu pela quantidade de colegas e amigos que já não via há muito.
2ª - Teatro Nacional D. Maria II; íamos para a homenagem a vários actores e actrizes prevista para as 20h mas adiada para as 23h pois a fila no Rossio ainda era longa.
“O povo foi ao Nacional”. Encontrámos uma colega e fomos para o Maria Matos.
3ª - Maria Matos para assistir à estreia de “Dúvida” de John Patrick Shanley. Espectáculo “light” de “largo espectro” mas eficiente quanto ao seu público alvo. No intervalo ouvia opiniões de gente que se sente inteligente e culta por ir ao teatro mas que não tem a mínima consciência do ridículo dos seus comentários.
Fica a belíssima interpretação da Senhora Dona Eunice e uma jornalista da revista “Caras” que conhecia o ANACRUSES.
4ª - No Chapitô havia festa mas a hora já tardava e as crianças ainda não estavam na cama. Por isso os papás foram para casa.
Quando é que os agentes culturais se entendem entre si e começam a organizar eventos em conjunto? Se fosse 4 em 1 seria perfeito.
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