do Grego aná, para cima + kroûsis, acção de bater.
A palavra é essencialmente utilizada em música quando a melodia começa no tempo fraco que precede um tempo forte. É algo que precede, que antecipa, que prepara, mas também o movimento que simboliza e antecipa a batida, possibilitando a noção do seu preciso momento.
O.K., ainda um último post antes de 2010...., uma resposta ao "Air on the G-string" de Susana Serrano (blogue "Suco, Suquinho, Sucodinho").
Há 40 anos as versões de temas clássicos dos "Ekseption" causaram bastante consternação na cena musical holandesa. Em 1969 eles tiveram dois hits: "Air" e (ainda mais) "The 5th" de Ludwig Van (como dizia o protagonista do filme "Clockwork Orange"), a ver em http://www.youtube.com/watch?v=DRmNUUFxFvo .
Uma pequena homenagem ao líder e teclista da banda Rick van der Linden (faleceu em 2006).
Na última hora de anteontem (29 de Dezembro) passou por este blogue o visitante nº 123.456, outro número curioso (já "celebrámos" os nºs 10.000, 66.666, 69.696, 100.000 e 111.111...).
Para celebrar o nº 123.456 (número que em termos musicais me faz lembrar tercinas e sextinas) proponho nesta passagem do ano uns pequenos exercícios rítmicos, a executar por exemplo com as duas mãos nos joelhos, tão simples como isso. Simultaneamente bater nos joelhos: as cruzinhas com a mão direita, as bolinhas com a mão esquerda, depois ao contrário. Exercícios para treinar a independência das mãos. Difícil?
Explicação da criação do samba "Pra que chorar" pelo Vinicius de Moraes em casa da Amália Rodrigues, seguido da primeira gravação do meu filho com a sua nova câmara.
Orçamento: - figuras do presépio: ofertas gratuitas na compra do Diário de Notícias (outono 2003); - ornamentos de Natal: 25 cêntimos cada bola; - pedras porosas: gratuitas, encontradas nos Açores e na Madeira; - escaravelho em caixinha: 50 cêntimos; - mini-farol em pedra e estuque: um euro e meio, recordação da Holanda; - pião (parcialmente visível): dois euros, recordação de Salzedas; - jeropiga: dois euros e meio (sobrou do magusto); - panettone: quatro euros e meio, uma extravagância de facto, mas pronto, uma vez por ano...
O Hot Clube de Portugal, um dos mais antigos clubes de jazz no mundo (celebrou 60 anos em 2008), sofreu danos graves por causa dum incêndio no prédio.
Durante o combate às chamas o Clube, situado na cave dum edifício com andares superiores devolutos, ficou inundado com a água dos bombeiros. Há suspeitas que o fogo possa ter começado quando sem-abrigo entraram no prédio pelas traseiras.... tal como no grande incêndio no ano passado na Avenida da Liberdade, a escassos centenas de metros de distância!
Na minha terra há um provérbio: nem um burro se magoa duas vezes tropeçando na mesma pedra.
Hoje fui fazer uma animação onde toquei este Ukulele que estava arrumado no estojo há anos. Para me redimir de tal pecado* resolvi fazer este clip mesmo de mãos frias e um pouco enferrujadas.
(*) pecado é ter este instrumento há anos no estojo e não o facto de fazer uma animação que é apenas uma forma honesta, e por vezes divertida, de ganhar uns trocos.
Como número de palhaço seria perfeito, imbatível :)), o vídeo vem do mesmo concurso que celebrizou a cantora "patinho feio" Susan Boyle...
Em 1993 participei num espectáculo de novo circo no Chapitô: "Tété, Ilusão, Sonho & Companhia". Já perto do final do show havia um truque semelhante ao do vídeo acima com uma galinha viva e um canhão em madeira, muito colorido e também com engenho explosivo, claro. Em dezenas de execuções o número nunca falhou: depois do tiro a galinha ficava bem caladinha num compartimento secreto do canhão e do alto da tenda de circo descia logo, morta e já depenada, uma galinha (de borracha) de pára-quedas. A seguir o pobre animal era colocado delicadamente num pequeno coche preto e ao som da Marche Funèbre de Chopin no acordeão os artistas davam umas voltinhas à pista, com pompa e circunstância e chorando convulsivamente.
O número era sem dúvida um dos pontos altos do espectáculo, mas também tinha um reverso... Os miúdos são os maiores amigos dos animais e quanto mais pequenos, mais amigos são. Algumas vezes uns fedelhos ficaram em lágrimas e depois tinham de ser convencidos que a galinha ainda continuava viva dentro do canhão!
Já não se fazem espectáculos assim, é uma pena (de galinha)!